terça-feira, 30 de março de 2010

Offensive Line ( Linha Offensiva)


Caros Amigos/Leitores, venho apresentar a vocês sobre um pouquinho do que eu mais gosto no F.A. e me dedico todos os dias ao longo da semana, para basear o meu time. A Offensive Line (O-Line), para os leigos, a O-Line se constroi por cinco jogadores, dentro do time de ataque com a principal função de proteger o Quarterback (Lançador), evitando a passagem da defesa, dando tempo ao QB para fazer o lançamento sem riscos, o preservanto ao longo do jogo.

A Offensive Line, possui jogadores de caracteristicas de mais força e peso. Suas formas de bloqueios são sempre com a palma das mãos abertas, somando as forças das pernas, lombar e braços, tendo maior sustentabilidade para conseguir efetuar um bom bloqueio.

As Posições da O-Line são as Seguintes:

Center (Central)
Guardians (Os que ficam ao lado do Central)
Tackles (Que são os que ficam nas pontas

Aí especificamos por lado, por exemplo:

RT: Right Tackle (Tackle da Direita)
RG: Right Guardian (Guardian da Direita)
C: Center (Sempre Centralizado)
LG: Left Guardian (Guardian da Esquerda)
LT: Left Tackle (Tackle da Esquerda)

O Ataque funciona basicamente de duas formas para efetuar os pontos, passando ou correndo, e isso muda e muito sobre a O-Line, por exemplo:

Em uma situação de passe, a O-Line deve proteger o Quarterback com um tempo rasoável para ele efetuar o passe, a O-line tem de proteger,  geralmente nas jogadas, de 6 a 10 segundos, para um passe com maior prescisão, mas podendo avançar somente 5 jardas, se não seu time é punido com uma falta. Já na situação de corrida, existe várias possibilidades e funções a cada um da O-Line, como por exemplo, dois jogadores bloqueiam um adversário, algum jogador da O-Line saí para fazer uma proteção de corrida, e como o caso é de corrida, não tem nenhum limite para o jogador da O-Line correr no campo todo.


Todo jogador da O-Line é impossibilitado de receber a bola, a não ser que o ataque passou a bola, a defesa adversária recuperou e perdeu novamente para um jogador da O-Line. Ou em outro caso o ataque lança a bola, bate em alguém da defesa, e o Lineman (Jogador da O-Line) pega a bola, do contrário o árbitro considera com jogador ilegível, e anula a jogada.

Jogar na Offensive Line não é mesmo para qualquer um, você tem sempre os treinos mais duros, tanto de força como agilidade. A O-line é como se fosse uma família dentro do ataque, por que se um falhar, falharão todos, e se um acertar, acertarão todos, se um cair, você o levanta, e quando você cair, te levantarão. 


A uma série de situações para quem joga na O-Line, que são pontos essenciais para brilhantes bloqueios, como por exemplo o "Pancake" (Um contato único de força, que é definido pela queda do seu adversário, o anulando praticamente da jogada, pois não haverá tempo de se levantar e prosseguir a jogada), Um pancake para nós "O-Lineanos" é considerado o trabalho mais que bem feito, pois você anulou um homem do jogo, ou seja estamos em vantagem, assim o Lineman poderá ajudar seu companheiro, facilitando o tempo para a proteção do Quarterback.
 

Aqui uma sátira de uma oração que fala um pouco do ataque, para quem entende um pouco mais de F.A.

Jogada nossa que está com o QB,
santificada seja vossa O-Line,
venha a nós o snap perfeito,
seja feito o first down,
tanto no passe como na corrida.
O field goal nosso de cada dia convertei hoje,
perdoai as nossas faltas bobas,
assim como acertamos pancakes nos jogadores da defesa,
e não deixeis ocorrer sack nem interceptação.
E dai-nos o Touchdown.
Break!!!

Para quem não entende muito, mais se interessa por F.A., aqui vai a dica de um glossário sobre o nosso querido esporte:
http://www.nflbrasil.com.br/huddleinsider.htm

E como não poderia faltar, aqui vai uma foto da minha O-Line do ABC Corsários, Faltaram alguns, mais vale apena postar...
 


André RT  -  Suíno RG  -  (Eu) Alex C  -  Pupo LG  -  Pankeka LT

"Os jogadores de linha são motivados por uma série de razões muito mais complicadas e determinantes do que o simples medo de serem humilhados publicamente, que é o que motiva os backs e recebedores."

[ Alex Moura ]

terça-feira, 23 de março de 2010

Diel, Um Quarterback Brasileiro.

 Diel, é um dos 5 Quarterbacks do time do ABC Corsários, time de tackle de São Paulo. Em poucas palavras Diel é esforçado, valente, aplicado e disciplinado. Com 31 anos, em plena forma, ele põem respeito e medo em seus adversários, segue para vocês um bate bola com esse exemplo de QB.


Nome e idade: Jardiel de Brito Rodrigues "Diel" , 31 anos.
Posição: Quarterback
Tempo de futebol americano: 2 anos e meio
Times que passou: Santo André Werewolves, Mauá Black Bears e ABC Corsários
Time da NFL: New Orleans Saints

Como conheceu o ABC Corsários:
Antes mesmo do time começar conversando com o Thiago "Uruk", nosso Head Coach, disse se quiser começar como quarterback estamos juntos.

Fale sobre o projeto do ABC Corsários:
 Um projeto muito bom e era o que faltava para um time de football do abc para poder entrar para o cenário de football de São Paulo e do Brasil

Seus objetivos no time:
Poder crescer, fazer história e poder ajudar a galera com os conhecimentos que estou adquirindo.


Agradecimentos:
Em 1º lugar agradeço a DEUS !!!  A todos os qbs que me ajudaram a ser o que sou hoje entre eles Duda Duarte qb do Botafogo Reptiles e um grande amigo, Kevin que era do SIlver Bullets e do Storm, Vinny que jogou no Palmeiras Locomotives e o Denis Prants hoje no Cuiaba Arsenal com leituras, mas onde aprendi muito foi em alguns treinos no Palmeiras Locomotives com o Vinny e o Karl e pude dar continuidade hoje no ABC Corsários.
Ao WR Paulinho do Steamrollers que também me deu muitas dicas e claro a toda a galera do Palmeiras Locomotives pela atenção e recepção que tiveram comigo e por ter a oportunidade de jogar para eles no RJ contra o Mamutes e a todos companheiros de time onde aprendo com todos eles.
A galera das antigas os Qbs LZ, Kakko e a galera da defesa que me ajudam muito até hoje o, SS Doug, o Coach Uruk, meu brother Alemão, os LBs Elton e Glauco, CB Caio, RB Pimps, WR Douglas e meu Sempre Center Alex !!! 



A palavra é sua:

Galera para ser um quarterback tem que correr atrás tem que estudar muito football, ver muitos videos, fazer um bom aquecimento, estudar tanto os seus companheiros de times quanto os times que vai jogar contra, saber ler a defesa antes e pós snap aproveitar as janelas para dar um passe saber quem é seu jogador para  poder forçar um passe, e saber explorar a habilidade de seu jogador contra uma deficiencia de um marcador da defesa, tipo um mais rapido contra uma mais lento, filmar treinos e assistir para ver o que pode ser melhorado conversar sempre com jogadores de outras posições para adquirir mais dicas, ter sempre uma carta na manga para quando uma jogada não da certo e ser muito tranquilo e passar confiança para o seu time e nunca pensar que sabe de tudo pois até hoje eu troco experiências e peço algumas dicas ou seja sempre aprendendo pois jogar 2 anos e meio nessa posição ainda é muito pouco e nunca encher a cara e ficar na noitada para ir treinar ou jogar no outro dia mas é isso aí WHO DAT!!! e GO Corsários.

[Alex Moura] 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Segurança x Esporte de Alto Rendimento: Somos tão incompatíveis assim?

Durante essa semana eu estava fazendo algumas pesquisas num terminal da Bloomberg. Diferente do que devem estar pensando, o objetivo da minha pesquisa não era econômico, mas sim esportivo. Lendo algumas notícias sobre as Olímpiadas de Inverno uma me chamou a atenção: A morte no Luge Olímpico não Deveria Surpreender Ninguém (by Scott Soshnick)
.
Resumindo e traduzindo algumas passagens o texto mostrava como, da forma como as coisas caminham no esporte, onde o extremo já não era mais extremo o suficiente, inevitavelmente alguém iria acabar morrendo. Era inevitável. Um dia depois, uma competidora de Luge (a australiana Hannah Campbell-Pegg) foi extremamente feliz nos seus comentários, quando disse "Eles estão forçando demais" não deixando muito claro se falava do comitê olímpico ou dos técnicos; "...somos apenas pequenos lemmings que eles apenas atiram em uma pista como bonecos de crash-test? Eu digo, essas são as nossas vidas."

Shaun White, snowboarder norte-americano assumiu "Eu estava com muito medo. Eu nunca admiti isso, mas eu estava com medo de fazer essa manobra" pouco depois de executar o chamado "Flying Tomato", onde executa um giro de 1260 graus. Por que executá-la? Simplesmente porque quando o público já se acostumou com você fazendo 900 graus, eles querem 1080, depois 1080 com um twist, no hands, com a base trocada...e por que não 1260 graus? O desejo do público por mais perigo força o atleta a limites cada vez mais insanos.

Vamos trazer esse pensamento para nossa área. Quando assistimos a jogos antigos de Football, não necessariamente em preto e branco, muitas vezes ficamos entediados. O jogo era mais lento, os atletas não eram tão fortes, a necessidade de ter um corpo praticamente perfeito e moldado para o esporte inexistia. E isso não nos interessa mais. Queremos Dawkings, Urlacher, Reed, Lewis. Big Hits!

Essa passagem imediatamente me levou a refletir sobre um assunto que vem sendo discutido na NFL e foi tema de acaloradas conversas na lista RedZone poucos meses atrás, que é a questão de vetar o uso de helmets na NFL. Não entendeu? Eu repito. TIRAR OS CAPACETES! Absurdo? Depende do ponto de vista.

A sociedade médica especializada é enfática quando diz que o uso dos capacetes evita sim uma concusão que poderia levar à morte de um jogo dentro de campo. Porém, o perigo maior não é uma única pancada forte que leve a esse final tráfico. O inimigo é insivível e paciente. Lento e letal. O dano cerebral não é necessariamente o resultado de algum trauma específico, mas do acúmulo de centenas de aparentemente inócuos golpes na cabeça.

O grande problema é que não existe NENHUM helmet que consiga fazer com que o cérebro deixe de receber uma série de pequenos impactos. Em termos práticos: para ser certificado para venda um helmet deve possuir um "severity index" de 1.200, de acordo com testes feitos pelo National Operating Committee on Standards for Athletic Equipment, ou Nocsae. No entanto, os prórpios médicos da Nocsae concordam que, para prevenir perfeitamente as concusões, os helmets deveriam ter um índice de 300, ou seja, 4 vezes mais fortes! A forma de fazer isso? Aumentando o tamanho do helmet, o que é impraticável pois simplesmente transferiria a lesão para o pescoço e para a coluna.

As opiniões dos jogadores divergem. Todos concordam que as necessidades do esporte empurra o atleta a ser cada vez mais agressivo e, porque não dizer, inconsequente com sua saúde física. No entanto, retirar os helmets alteraria demais a dinâmica do jogo. Basicamente, não estaríamos mais assistindo Football. Melhor ou pior do que um dano cerebral irreversível? Acredito que o início do meu texto responda muito bem essa questão.

Com o crescimento do esporte no Brasil e a importação dos materiais de proteção tendo um boom em 2009 e início de 2010 essa questão voltou a passar pela minha cabeça. O fato indiscutível é que o helmet, na mesma medida que reduzem as chances de ocorrer uma morte em campo, dão uma falsa sensação de invulnerabilidade que encoraja os jogadores a colidir com mais força e mais vezes. "Em praticamente todas as jogadas você recebe algum golpe na cabeça." diz Jake Long, OT do Miami Dolphins.

Dessa forma conseguimos, inclusive, justificar uma falsa visual disparidade técnica entre os times brasileiros que jogam full pad há algum tempo dos outros times, que ainda buscam alternativas para adquirir os equipamentos. Quando você não está (pelo menos na sua mente) totalmente protegido, o instito de preservação é natural e os tackles e pancadas ficam, digamos assim, menos plásticos.

Uma das medidas que eu acredito que já tinham que ser tomadas, especialmente para times que estão fazendo amistosos e Bowls "no pad", é proibir os 3 pontos na linha ofensiva antes das jogadas. Julian Bailes, neurocirurgião americano que conduziu uma série de pesquisas sobre o assunto defende essa idéia dizendo que essa regra iria prevenir que os jogadores avancem inicialmente com suas cabeças.

Para não dizer que não falei das flores, e voltando ao início desse longo texto, mais uma vez voltamos à questão da paixão e do espetáculo contra o prudente e saudável. O esportista sabe onde está se metendo quando resolve entrar de cabeça (perdão pelo trocadilho infame) em algo. A NFL teve seu alicerce na idéia de que jogadores podem correr na direção uns dos outros a altas velocidades sem nenhuma consequência. É a mesma idéia que fez a NASCAR tão popular nos Estados Unidos. No final das contas, os jogadores e suas famílias fazem uma escolha entre correr o risco de futuros problemas neurológicos ou apreciar o esporte nos estádios, torcendo. "Sem os helmets eles não bateriam suas cabeças tantas vezes em jogadas estúpidas" diz P. David Halstead, diretor técnico da Nocsae, "mas sem os helmets, o jogo não seria football".

Aos jogadores e técnicos do F.A. nacional, apenas uma sugestão/apelo: esperamos muito para termos os equipamentos. Não se apressem agora para sair jogando o quanto antes. Uma preparação e adaptação bem feita e coordenada por profissionais da área médica e de educação física pode ser o divisor de águas entre apenas sentirmos dores fortes ou enterrarmos um amigo na segunda-feira de manhã.

[Thiago Uruk]

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

SP PIRATES: A Força do Football Feminino em São Paulo

Dando seguimento a matéria do futebol americano feminino, fomos mais afundo e entrevistamos o time do SP PIRATES, localizado na grande São Paulo. Novo nos gramados, mas com jogadoras de experiência, o SP PIRATES é uma amostra de garra, determinação e vontade de vencer, superando todos os desafios e preconceitos que as mulheres enfrentam em qualquer esporte.

Entrevistamos Taira Monezzi, Presidente e Andressa Puodzius, Capitã Defensiva do time, nos contando sua história, suas superações e projetos.

Nome, idade, posição em diretoria no time e em campo?
Taira Monezzi, 23 anos, Manager e Fundadora/Presidente do São Paulo Pirates. Atualmente jogo como Defensive End, mas revezo na Offensive Line também.

Como se interessou pelo F.A., e qual o seu grau de instrução sobre o mesmo?
Conheci o Flag através de um amigo meu que joga há anos,  desde o primeiro contato com a modalidade achei fantástica e me identifiquei logo de cara. Sinceramente, acho que meu grau de instrução não é dos mais altos, sempre tem algo novo pra aprender e regras que mudam do dia pra noite, mas consigo me virar bem (ou pelo menos eu tento!..rs).

Como surgiu o SP PIRATES, ano, idéia do nome e no que se baseou para monta-lo?

Quando conheci o Flag, entrei em uma equipe feminina e fiquei lá por um tempo, o SP Spartans. Por motivos variados, decidi sair... Mas como não queria parar de jogar resolvi montar o SP Pirates.
O time surgiu em Setembro de 2009... Algumas meninas do mesmo time resolveram sair e vir comigo também, mais meninas de outros times e algumas que nunca jogaram vieram e cá estamos. O nome foi bem fácil escolher, porque eu gosto muito da temática “Pirata”, da história, cultura e de toda a parte lúdica desse nome... Incorporamos muitas coisas desse tema no nosso time, e pra mim é uma satisfação enorme poder juntar coisas que eu gosto em uma só.

Como está seu grupo hoje, número de jogadores, comissão técnica, diretoria, como funciona a organização?
O time tem poucos meses de vida, estamos engatinhando ainda. A organização é bem simples e ainda não temos muitos níveis hierárquicos definidos. Temos aproximadamente 20 jogadoras, 1 Coach -Fábio, Capitã de Defesa -Andressa, Capitã de Ataque -Mari, Acessora de imprensa – Gizão e a Manager/Presidente, que sou eu.

Como funcionam a seleção de suas jogadoras?
Como funciona? Ela não existe, simples assim. Não existem seleção, nem draft, nem peneira. Força de Vontade é o único requisito. Se a garota esta disposta a jogar, então está dentro do time.

Além da modalidade flag, já interessou a vocês jogar a modalidade tackle?
Não. Tackle por enquanto não esta nos planos do Pirates, temos uma jogadora que faz parte da seleção brasileira feminina de tackle, e nos orgulhamos muito disso... Mas por hora, o flag é o foco principal do time.

Cerca de quantos jogos disputados vocês tem?

Apenas um, um amistoso contra o Rhynos Ladies que aconteceu em Novembro e 2009.

Novos projetos para o time?
Estamos avaliando agora a nossa participação em um torneio feminino que haverá em Março. Mas certeza mesmo será o torneio feminino oficial em Junho ou Julho organizado pela LPFA.

Divulgação:
Quero agradecer aos Corsários pelo convite e aproveitar para convidar qualquer garota interessada em Football a participar de um treino, será muito bem vinda! Qualquer dúvida, estou a disposição!

Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=12720761567447016641
Msn: tairamonezzi@hotmail.com 


Nome, idade, posição, tempo de esporte e passagem por outros times?

Andressa Puodzius Rocha, 18 anos, já joguei como Center (C) e Guard (G)... atualmente jogo como Defensive End (DE), pratico o esporte a 2 anos, passei pelo Palmeiras Locomotives Feminino e atualmente jogo pelo Sp Pirates.

Como conheceu o SP PIRATES? E a quanto tempo está nele?
Conheci por uma comunidade no orkut, estou nele desde o inicio, podemos dizer que a 5 meses.

Nos dê uma descrição sobre o seu time sobre a evolução desde quando entrou e até hoje?
A garra e a força de vontade das meninas, eu já conhecia o esporte mas muitas que entraram no começo nunca tinha jogado ... e a garra que elas tiveram e que só vem aumentando até os dias de hoje faz com que elas dêem de 10 x 0 em muita veterana no F.A por ae, um grande exemplo de garra e força de vontade é a nossa Guard (G), Elâine.

A equipe do ABC CORSÁRIOS BLOG-FOOTBALL Agradece ao SP PIRATES pela entrevista concedida, GO FOOTBALL!!!

[Alex Moura]

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

COMERCIAIS DO SUPER BOWL

Além de todo o espetáculo, todos nós realmente ficamos esperando chegar a hora dos comerciais, só para seguir a tradição dos que não podem ir até o EUA assistir de pertinho. Mais claro que todos segundos, na transmição mais famosa do mundo, é caro, diria ABSURDAMENTE CARO, a cada 30 segundos de um comercial no SB(Super Bowl) pode valer a bagatela de $ 2.800.000,00(Dados do comercial mais caro transmitido pela CBS), ou seja, não é um absurdo?.

Um dos comerciais do Super Bowl 2010, com a paródia do seriado Lost:



Voltando ao SB;
O Super Bowl passou a ser transmitido pela primeira vez em 1967, através dos canais NBC e CBS para todos os Estados Unidos, com isto, o fator audiência trouxe ao futebol americano a influência da publicidade e do marketing, transformando o esporte no maior centro da comunicação mercadológica mundial, onde a mídia televisiva pode chegar a custar US$3.000.000,00 (três milhões de dólares). Bom, já que não pagamos nada, aqui vai um link de uma votação dos melhores comerciais do Super Bowl, transmitidos ao longo dos anos. Vale apena conferir!!!

COMERCIAIS MAIS FAMOSOS DO SUPER BOWL

[Alex Moura]

SUPER BOWL

Caros Amantes: Venho apenas lhes apresentar um brilhante vídeo sobre alguns momentos do SUPER BOWL, o maior campeonato da bola oval, agora pra vocês uma palhinha de o quanto é maravilhoso, violento, deslumbrante e viciante o nosso esporte...O FUTEBOL AMERICANO!




Eu já disse que amo esse jogo?, se não...I LOVE THIS GAME!!!!


[Alex Moura]

Um towchdown cor-de-rosa


Apesar de todo feminismo do século XXI, de toda a evolução da época, muitos ‘machões’ ainda acham que lugar de mulher é na cozinha. Generalização talvez? Ok. Vamos melhorar. Muitos ainda acham que lugar de mulher é casa-trabalho-casa. Ou que mulher é o lado frágil da relação, o lado sensível que só se preocupa com salão de beleza, manicures, família, namorado/marido. Resumindo: a mulher nasceu pra exercer a função somente de protetora do lar e de sexo frágil, certo? ERRADO! Atualmente eu diria que lugar de mulher é no campo de futebol. E digo mais. Não só do futebol convencional, mas do futebol americano. E se vocês pensam que estou dizendo isso por causa das ‘cheerleaders’ (as animadoras de torcidas, que organizam dança com musica e animam suas equipes nas partidas), erraram outra vez. Estou falando de mulheres em campo. Jogadoras. Mulheres que optaram pelo futebol americano como o esporte de seu dia-a-dia e enfrentam o cansaço, o preparo físico e toda técnica que o esporte envolve. 

Assim como na versão masculina do esporte, a versão feminina também tem seus torneios e suas modalidades. Existe o esporte praticado em campo e areia, as modalidades flag e tackle, todas cheias de toques femininos.


E se você achava que futebol americano era coisa só pra homem, mude seus conceitos. As mulheres também estão se destacando no esporte e cada vez mais adquirindo respeito pra conquistar seu lugar no mundo do towchdown. 

[Livia Garavello]